quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Primeiro conto - Capítulo 2



Ambas desceram até o segundo andar,  onde ficava seus quarto. Mellisa foi até uma porta que tinha um grande pentagrama pintado em vermelho na porta, onde era o se quarto e se virou para sua irmã:
– Vamos nos secar e por uma roupa seca, enquanto ele acorda.
Clarise assentiu,  e foi na direção oposta da irmã onde havia uma segunda porta. Passam-se um pouco mais de 10 minutos elas se reencontram no corredor.
– Está ouvindo isso?
Disse Clarise olhando para cima.  Mellisa olhou para irmã e deu um meio sorriso.
– Ele despertou, finalmente!
Em um piscar de olhos elas estavam no fim da escada, beira a porta onde haviam deixado o homem que tornaram seu prisioneiro. Podia dali ouvir os gemidos de dor. Clarise olhou para irmã, ergueu a sobrancelha e de sorriso malicioso:
– Pronta?
Mellisa sem pensar duas vezes abriu a porta:
– Finalmente acordou,  bela adormecida. Achei que ia nos deixar esperando até amanhã!
O homem apavorado tentava se soltar das correntes enquanto elas entravam,  e ao ve-la paradas tão perto a ele começou gritar, se sacudir ainda mais na tentiva frustada de fugir.
– O que vocês querem de mim?  Vocês são loucas!  Me soltem! Eu nunca fiz mal a ninguém, por que eu meu Deus...
– Shiu comporte-se, mocinho...
Começou Clarice.
– Ou quer acabar desmaiado novamente?  Ou quem sabe com o pescoço quebrado? É muito feio chamar as pessoas de loucas sabia?  Ou pior mentir! Hahaha
Zombava ela.
– Nós te observamos na ultimas semanas. Sabemos o que faz com moças indefesas desacompanhadas. Por isso o escolhemos.
Completou Mellisa.
– Me escolheram? Para o que?
Disse o homem com os olhos arregalado de pavor.
– Para ser nosso novo brinquedinho. Até sua morte...
Respondeu Clarice com frieza.
– Aaaaaah, alguém me ajuda,  socorro!!!
- Cale a boca,  poupe seu fôlego. Ninguém pode te ouvir, é inútil gritar.
– Isso ai idiota,  cale a boca de uma vez,  ou mesmo vou fazê-lo se calar.
O homem dominado pelo medo, continuou a gritar, os gritos se tornaram um choro desesperado. Clarice ria da cara do homem. Enquanto Mellisa só observava. Quando o homem finalmente conseguia se acalmar, Mellisa foi até uma alavanca e a puxou. A alavanca no automático puxou as correntes presa ao tornozelo do homem e o deixou instantaneamente de ponta cabeça. O homem soltou apenas um grito no impacto sofrido de surpresa. Ele soluçava tentando manter o choro em silêncio, Quando Cler Mel se aproximavam dele revelando suas presas. Cada uma pegou um pulso do homem e cravou seus dentes. O homem tentava puxar o braço, mas não conseguia, como se estivesse cada vez mais fraco,  até seu desmaio.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O primeiro conto - Capítulo 1.


Em um lugar diferente, sobre uma camada imensa de nuvens negras, e sobres as luzes de relâmpagos de uma imensa tempestade, vemos uma figura misteriosa, que entres as luzes se torna um tanto assustadora.
Seu nome , Mellisa Louvier. Uma adolescente de apenas 16 anos. Sua estatura magra, cabelos longos negros, assim como seus olhos, despertam a curiosidade de todos a sua volta. Por trás de seu olhar marcante pelo delineador preto borrado, e seu jeito solitário de ser, existe uma garota de muitos segredos.
Ela se encontrava andando sem rumo por uma rua deserta em meio a tempestade, quando avista um carro vindo em sua direção, que ao decorrer da estrada diminuindo até parar com a janela meio aberta ao seu lado. Dentro do carro havia um homem com aparência de meia idade. Em seu olhar transparecia as segundas intenções com aquela pobre jovem que parecia inocente e indefesa.
– Olá!
Disse o homem.
– Você está precisando de uma carona?
– Não.
Disse ela calmamente. O homem mesmo assim insistiu.
– Posso levá-la onde desejar, estamos indo para o mesmo lado. Que mal pode haver em você aceitar?
– Não. Estou á espera da minha irmã.
– No meio dessa tempestade?
Disse o homem desconfiado.
– Sim! E se fosse o senhor não esperaria ela chegar aqui para tentar ir embora.
– Como assim, 'tentar'?
– Você não iria querer saber...
Disse Mellisa em um tom sarcástico. Enquanto o homem descia do carro enfurecido com o jeito da garota o responder. Ela ainda continua falando:
– Acho melhor você voltar para seu carro e ir embora, sua ultima chance.
O homem mais enfurecidos com a ameaça da garota, á agarra pelo braço e diz:
– Não existe irmã nenhuma. Inventou isso para me intimidar. E agora vai aprender a não ameaçar alguém quando se é apenas uma garotinha frágil e indefesa e sozinha.
Ele sorria ironicamente, enquanto a garota o ignorava olhando para o lado.
– Olhe para mim!
Ordenou ele. Quando ele percebeu algo se aproximando rápido demais e o atingido, levando ao chão instantaneamente.
– Eu avisei, agora é tarde.
Disse Mellisa, no momento em que se ouviu um trovão. O homem agora apavorado, procurava o que atingira, gaguejava entre dentes:
– O que ta acontecendo? Quem é você?
– Agora é um pouco tarde para perguntar quem é ela não é? Alias, quem é fragil, indefeso e sozinho agora? Hahaha
Respondeu uma figura horripilante saindo das sombras. Sua risada macabra fez os todos os membros do homem congelar, apesar de querer, não conseguia mover um músculo. Aquela era Clarice, irmã gêmea de Mellisa. A semelhança era clara apesar da escuridão que lá havia, e dos longos cabelos ruivo de Clarice que a diferenciava de sua irmã.
O homem ainda no chão, apavorado com a presença da Clarice, perguntou:
– O que pretendem fazer comigo?
Ele começará se mover no chão mesmo, na tentativa frustrada de se afastar. Mellisa o respondeu numa voz fria:
– Nada que tenha planejado fazer à mim. Nada que sua mente nojenta e pervertida seja capaz de imaginar.
O homem ficou ainda mais apavorado tentava gritar mas não conseguia como se algo o impedisse.
– Nãnãnã, nada de gritos queridinho...
Disse Clarice se aproximando dele.
– ... até porque ninguém vai ouvir.
Completou Mellissa, que também se aproximava carregando algo que o homem não conseguiu identificar antes que ela o atingisse com força suficiente para deixá-lo desacordado.
– Vamos fazer de acordo com o plano, Cler?
– Sim! Espero que esse dure mais que o ultimo que capturamos.
Assim Melissa ergueu o homem sem nenhum esforço, e o colocou sobre o seu ombro, e as duas seguiram a rua até encontrar uma trilha que se iniciava na floresta beira a estrada. As irmã caminhavam calmamente pela trilha até chegar no que parecia um deposito abandonado há muito tempo,mas apenas por fora tinha essa aparência, por dentro parecia uma casa de luxo com todo tipo de mobília que há em uma casa. Era ali que elas moravam. A luz era fraca, o ambiente meio gótico. Tinha três andares dispostos por uma escada.
Clarice ao chegar ao pé da escada, retira o homem ainda desacordado dos ombros da irmã, e em um salto chaga ao final da escada no ultimo andar.
– Vou prendê-lo antes que ele acorde.
Disse ela à irmã. Assim entrando na única porta que havia naquele andar. Naquela porta havia um grande espaço onde tinha correntes preso a parede e o chão no centro havia um grande retângulo de granito, onde Clarice colocou o homem deitado preso pelos pulsos e tornolozelos.
Mellisa entra no quarto e pergunta:
- Vamos esperar ele acorda?
- Lógico Mel, se não, não teria a menor graça mante-los vivos até aqui. Gostoso de vê-los sofrer.
Os olhos de Clarice brilhavam ao responder a irmã.