Ambas desceram até o segundo andar, onde ficava seus
quarto. Mellisa foi até uma porta que tinha um grande pentagrama pintado em
vermelho na porta, onde era o se quarto e se virou para sua irmã:
– Vamos nos secar e por uma roupa seca, enquanto ele acorda.
Clarise assentiu, e foi na direção oposta da irmã onde havia uma segunda porta. Passam-se um pouco mais de 10 minutos elas se reencontram no corredor.
– Está ouvindo isso?
Disse Clarise olhando para cima. Mellisa olhou para irmã e deu um meio sorriso.
– Ele despertou, finalmente!
Em um piscar de olhos elas estavam no fim da escada, beira a porta onde haviam deixado o homem que tornaram seu prisioneiro. Podia dali ouvir os gemidos de dor. Clarise olhou para irmã, ergueu a sobrancelha e de sorriso malicioso:
– Pronta?
Mellisa sem pensar duas vezes abriu a porta:
– Finalmente acordou, bela adormecida. Achei que ia nos deixar esperando até amanhã!
O homem apavorado tentava se soltar das correntes enquanto elas entravam, e ao ve-la paradas tão perto a ele começou gritar, se sacudir ainda mais na tentiva frustada de fugir.
– O que vocês querem de mim? Vocês são loucas! Me soltem! Eu nunca fiz mal a ninguém, por que eu meu Deus...
– Shiu comporte-se, mocinho...
Começou Clarice.
– Ou quer acabar desmaiado novamente? Ou quem sabe com o pescoço quebrado? É muito feio chamar as pessoas de loucas sabia? Ou pior mentir! Hahaha
Zombava ela.
– Nós te observamos na ultimas semanas. Sabemos o que faz com moças indefesas desacompanhadas. Por isso o escolhemos.
Completou Mellisa.
– Me escolheram? Para o que?
Disse o homem com os olhos arregalado de pavor.
– Para ser nosso novo brinquedinho. Até sua morte...
Respondeu Clarice com frieza.
– Aaaaaah, alguém me ajuda, socorro!!!
- Cale a boca, poupe seu fôlego. Ninguém pode te ouvir, é inútil gritar.
– Isso ai idiota, cale a boca de uma vez, ou mesmo vou fazê-lo se calar.
O homem dominado pelo medo, continuou a gritar, os gritos se tornaram um choro desesperado. Clarice ria da cara do homem. Enquanto Mellisa só observava. Quando o homem finalmente conseguia se acalmar, Mellisa foi até uma alavanca e a puxou. A alavanca no automático puxou as correntes presa ao tornozelo do homem e o deixou instantaneamente de ponta cabeça. O homem soltou apenas um grito no impacto sofrido de surpresa. Ele soluçava tentando manter o choro em silêncio, Quando Cler Mel se aproximavam dele revelando suas presas. Cada uma pegou um pulso do homem e cravou seus dentes. O homem tentava puxar o braço, mas não conseguia, como se estivesse cada vez mais fraco, até seu desmaio.
– Vamos nos secar e por uma roupa seca, enquanto ele acorda.
Clarise assentiu, e foi na direção oposta da irmã onde havia uma segunda porta. Passam-se um pouco mais de 10 minutos elas se reencontram no corredor.
– Está ouvindo isso?
Disse Clarise olhando para cima. Mellisa olhou para irmã e deu um meio sorriso.
– Ele despertou, finalmente!
Em um piscar de olhos elas estavam no fim da escada, beira a porta onde haviam deixado o homem que tornaram seu prisioneiro. Podia dali ouvir os gemidos de dor. Clarise olhou para irmã, ergueu a sobrancelha e de sorriso malicioso:
– Pronta?
Mellisa sem pensar duas vezes abriu a porta:
– Finalmente acordou, bela adormecida. Achei que ia nos deixar esperando até amanhã!
O homem apavorado tentava se soltar das correntes enquanto elas entravam, e ao ve-la paradas tão perto a ele começou gritar, se sacudir ainda mais na tentiva frustada de fugir.
– O que vocês querem de mim? Vocês são loucas! Me soltem! Eu nunca fiz mal a ninguém, por que eu meu Deus...
– Shiu comporte-se, mocinho...
Começou Clarice.
– Ou quer acabar desmaiado novamente? Ou quem sabe com o pescoço quebrado? É muito feio chamar as pessoas de loucas sabia? Ou pior mentir! Hahaha
Zombava ela.
– Nós te observamos na ultimas semanas. Sabemos o que faz com moças indefesas desacompanhadas. Por isso o escolhemos.
Completou Mellisa.
– Me escolheram? Para o que?
Disse o homem com os olhos arregalado de pavor.
– Para ser nosso novo brinquedinho. Até sua morte...
Respondeu Clarice com frieza.
– Aaaaaah, alguém me ajuda, socorro!!!
- Cale a boca, poupe seu fôlego. Ninguém pode te ouvir, é inútil gritar.
– Isso ai idiota, cale a boca de uma vez, ou mesmo vou fazê-lo se calar.
O homem dominado pelo medo, continuou a gritar, os gritos se tornaram um choro desesperado. Clarice ria da cara do homem. Enquanto Mellisa só observava. Quando o homem finalmente conseguia se acalmar, Mellisa foi até uma alavanca e a puxou. A alavanca no automático puxou as correntes presa ao tornozelo do homem e o deixou instantaneamente de ponta cabeça. O homem soltou apenas um grito no impacto sofrido de surpresa. Ele soluçava tentando manter o choro em silêncio, Quando Cler Mel se aproximavam dele revelando suas presas. Cada uma pegou um pulso do homem e cravou seus dentes. O homem tentava puxar o braço, mas não conseguia, como se estivesse cada vez mais fraco, até seu desmaio.