Em um lugar diferente, sobre uma camada imensa de nuvens negras, e sobres as luzes de relâmpagos de uma imensa tempestade, vemos uma figura misteriosa, que entres as luzes se torna um tanto assustadora.
Seu nome , Mellisa Louvier. Uma adolescente de apenas 16 anos. Sua estatura
magra, cabelos longos negros, assim como seus olhos, despertam a curiosidade de
todos a sua volta. Por trás de seu olhar marcante pelo delineador preto
borrado, e seu jeito solitário de ser, existe uma garota de muitos segredos.
Ela se encontrava andando sem rumo por uma rua deserta em meio a tempestade, quando avista um carro vindo em sua direção, que ao decorrer da estrada diminuindo até parar com a janela meio aberta ao seu lado. Dentro do carro havia um homem com aparência de meia idade. Em seu olhar transparecia as segundas intenções com aquela pobre jovem que parecia inocente e indefesa.
– Olá!
Disse o homem.
– Você está precisando de uma carona?
– Não.
Disse ela calmamente. O homem mesmo assim insistiu.
– Posso levá-la onde desejar, estamos indo para o mesmo lado. Que mal pode haver em você aceitar?
– Não. Estou á espera da minha irmã.
– No meio dessa tempestade?
Disse o homem desconfiado.
– Sim! E se fosse o senhor não esperaria ela chegar aqui para tentar ir embora.
– Como assim, 'tentar'?
– Você não iria querer saber...
Disse Mellisa em um tom sarcástico. Enquanto o homem descia do carro enfurecido com o jeito da garota o responder. Ela ainda continua falando:
– Acho melhor você voltar para seu carro e ir embora, sua ultima chance.
O homem mais enfurecidos com a ameaça da garota, á agarra pelo braço e diz:
– Não existe irmã nenhuma. Inventou isso para me intimidar. E agora vai aprender a não ameaçar alguém quando se é apenas uma garotinha frágil e indefesa e sozinha.
Ele sorria ironicamente, enquanto a garota o ignorava olhando para o lado.
– Olhe para mim!
Ordenou ele. Quando ele percebeu algo se aproximando rápido demais e o atingido, levando ao chão instantaneamente.
– Eu avisei, agora é tarde.
Disse Mellisa, no momento em que se ouviu um trovão. O homem agora apavorado, procurava o que atingira, gaguejava entre dentes:
– O que ta acontecendo? Quem é você?
– Agora é um pouco tarde para perguntar quem é ela não é? Alias, quem é fragil, indefeso e sozinho agora? Hahaha
Respondeu uma figura horripilante saindo das sombras. Sua risada macabra fez os todos os membros do homem congelar, apesar de querer, não conseguia mover um músculo. Aquela era Clarice, irmã gêmea de Mellisa. A semelhança era clara apesar da escuridão que lá havia, e dos longos cabelos ruivo de Clarice que a diferenciava de sua irmã.
O homem ainda no chão, apavorado com a presença da Clarice, perguntou:
– O que pretendem fazer comigo?
Ele começará se mover no chão mesmo, na tentativa frustrada de se afastar. Mellisa o respondeu numa voz fria:
– Nada que tenha planejado fazer à mim. Nada que sua mente nojenta e pervertida seja capaz de imaginar.
O homem ficou ainda mais apavorado tentava gritar mas não conseguia como se algo o impedisse.
– Nãnãnã, nada de gritos queridinho...
Disse Clarice se aproximando dele.
– ... até porque ninguém vai ouvir.
Completou Mellissa, que também se aproximava carregando algo que o homem não conseguiu identificar antes que ela o atingisse com força suficiente para deixá-lo desacordado.
– Vamos fazer de acordo com o plano, Cler?
– Sim! Espero que esse dure mais que o ultimo que capturamos.
Assim Melissa ergueu o homem sem nenhum esforço, e o colocou sobre o seu ombro, e as duas seguiram a rua até encontrar uma trilha que se iniciava na floresta beira a estrada. As irmã caminhavam calmamente pela trilha até chegar no que parecia um deposito abandonado há muito tempo,mas apenas por fora tinha essa aparência, por dentro parecia uma casa de luxo com todo tipo de mobília que há em uma casa. Era ali que elas moravam. A luz era fraca, o ambiente meio gótico. Tinha três andares dispostos por uma escada.
Clarice ao chegar ao pé da escada, retira o homem ainda desacordado dos ombros da irmã, e em um salto chaga ao final da escada no ultimo andar.
– Vou prendê-lo antes que ele acorde.
Disse ela à irmã. Assim entrando na única porta que havia naquele andar. Naquela porta havia um grande espaço onde tinha correntes preso a parede e o chão no centro havia um grande retângulo de granito, onde Clarice colocou o homem deitado preso pelos pulsos e tornolozelos.
Mellisa entra no quarto e pergunta:
- Vamos esperar ele acorda?
- Lógico Mel, se não, não teria a menor graça mante-los vivos até aqui. Gostoso de vê-los sofrer.
Os olhos de Clarice brilhavam ao responder a irmã.
Ela se encontrava andando sem rumo por uma rua deserta em meio a tempestade, quando avista um carro vindo em sua direção, que ao decorrer da estrada diminuindo até parar com a janela meio aberta ao seu lado. Dentro do carro havia um homem com aparência de meia idade. Em seu olhar transparecia as segundas intenções com aquela pobre jovem que parecia inocente e indefesa.
– Olá!
Disse o homem.
– Você está precisando de uma carona?
– Não.
Disse ela calmamente. O homem mesmo assim insistiu.
– Posso levá-la onde desejar, estamos indo para o mesmo lado. Que mal pode haver em você aceitar?
– Não. Estou á espera da minha irmã.
– No meio dessa tempestade?
Disse o homem desconfiado.
– Sim! E se fosse o senhor não esperaria ela chegar aqui para tentar ir embora.
– Como assim, 'tentar'?
– Você não iria querer saber...
Disse Mellisa em um tom sarcástico. Enquanto o homem descia do carro enfurecido com o jeito da garota o responder. Ela ainda continua falando:
– Acho melhor você voltar para seu carro e ir embora, sua ultima chance.
O homem mais enfurecidos com a ameaça da garota, á agarra pelo braço e diz:
– Não existe irmã nenhuma. Inventou isso para me intimidar. E agora vai aprender a não ameaçar alguém quando se é apenas uma garotinha frágil e indefesa e sozinha.
Ele sorria ironicamente, enquanto a garota o ignorava olhando para o lado.
– Olhe para mim!
Ordenou ele. Quando ele percebeu algo se aproximando rápido demais e o atingido, levando ao chão instantaneamente.
– Eu avisei, agora é tarde.
Disse Mellisa, no momento em que se ouviu um trovão. O homem agora apavorado, procurava o que atingira, gaguejava entre dentes:
– O que ta acontecendo? Quem é você?
– Agora é um pouco tarde para perguntar quem é ela não é? Alias, quem é fragil, indefeso e sozinho agora? Hahaha
Respondeu uma figura horripilante saindo das sombras. Sua risada macabra fez os todos os membros do homem congelar, apesar de querer, não conseguia mover um músculo. Aquela era Clarice, irmã gêmea de Mellisa. A semelhança era clara apesar da escuridão que lá havia, e dos longos cabelos ruivo de Clarice que a diferenciava de sua irmã.
O homem ainda no chão, apavorado com a presença da Clarice, perguntou:
– O que pretendem fazer comigo?
Ele começará se mover no chão mesmo, na tentativa frustrada de se afastar. Mellisa o respondeu numa voz fria:
– Nada que tenha planejado fazer à mim. Nada que sua mente nojenta e pervertida seja capaz de imaginar.
O homem ficou ainda mais apavorado tentava gritar mas não conseguia como se algo o impedisse.
– Nãnãnã, nada de gritos queridinho...
Disse Clarice se aproximando dele.
– ... até porque ninguém vai ouvir.
Completou Mellissa, que também se aproximava carregando algo que o homem não conseguiu identificar antes que ela o atingisse com força suficiente para deixá-lo desacordado.
– Vamos fazer de acordo com o plano, Cler?
– Sim! Espero que esse dure mais que o ultimo que capturamos.
Assim Melissa ergueu o homem sem nenhum esforço, e o colocou sobre o seu ombro, e as duas seguiram a rua até encontrar uma trilha que se iniciava na floresta beira a estrada. As irmã caminhavam calmamente pela trilha até chegar no que parecia um deposito abandonado há muito tempo,mas apenas por fora tinha essa aparência, por dentro parecia uma casa de luxo com todo tipo de mobília que há em uma casa. Era ali que elas moravam. A luz era fraca, o ambiente meio gótico. Tinha três andares dispostos por uma escada.
Clarice ao chegar ao pé da escada, retira o homem ainda desacordado dos ombros da irmã, e em um salto chaga ao final da escada no ultimo andar.
– Vou prendê-lo antes que ele acorde.
Disse ela à irmã. Assim entrando na única porta que havia naquele andar. Naquela porta havia um grande espaço onde tinha correntes preso a parede e o chão no centro havia um grande retângulo de granito, onde Clarice colocou o homem deitado preso pelos pulsos e tornolozelos.
Mellisa entra no quarto e pergunta:
- Vamos esperar ele acorda?
- Lógico Mel, se não, não teria a menor graça mante-los vivos até aqui. Gostoso de vê-los sofrer.
Os olhos de Clarice brilhavam ao responder a irmã.
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